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O Pequeno Príncipe das Ruas

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Na manhã do 234º dia do ano no calendário gregoriano (235º dia em anos bissextos), no nordeste brasileiro, um Homem de Negócios; negro bem-sucedido, atrasado para uma reunião de trabalho muito importante, faz um desvio na sua rota habitual; atravessando por cidades completamente degradadas pelo abandono e, no instante em que estava prestes a perfurar uma das muitas cidades totalmente desprezadas, o seu carro tem uma avaria que danifica toda a parte mecânica e eletrônica do automóvel. Percebendo que naquela cidade deserta não havia os meios de comunicação que normalmente os homens de negócios usam; rede para celular ou internet, o Homem de Negócios perde-se assim dentro da sua própria imaginação culturalmente desmoronada e, ao tentar encontrar uma saída desta nova e inesperada situação, descobre-se perdido dentro de si próprio. 
Um Menino, um dos muitos protetores das ruas que tenta sobreviver no meio daquela desconstrução, tem de encontrar o seu melhor amigo que se encontra perdido na floresta de árvores sem raízes que brota no âmago da cidade abandonada. Vê no Homem de Negócios a última esperança para encontrar o que procura, para a assim não desaparecer, só, como um rosto estranho no meio de faces sem feições que vagueiam dentro da multidão de uma cidade despovoada. 
A partir desta forçosa junção entre os opostos sociais, o Homem de Negócios, guiado pelo Menino de rua, é convidado a atravessar a cidade desprezada e a colocar-se na perspectiva de estranhas personagens humanizadas que fazem com que ele resgate os medos e as crenças outrora perdidos, provocando com que o Homem de Negócios perceba que os protetores humanizados eram na realidade as sementes que sustentavam as raízes do seu imaginário cultural; que foram obrigados a adaptarem-se àquela nova situação para não padecerem dentro da desconstrução de uma cidade culturalmente abandonada. O Homem de Negócios compreende que também ele é um fruto da sua própria imaginação e alicerçado sobre a metalinguagem do seu Eu interior; toma consciência das suas origens, reconstrói a cidade do seu mundo imaginário e reconhece a si próprio no reflexo das suas referências culturais.

  • ISBN: 978-85-8430-041-9
  • Páginas: 64
  • Idioma: Português
  • Edição: 1
  • Ano de edição: 2018
  • Altura: 23,5 cm
  • Largura: 16,6 cm
  • Acabamento: Lombada/Brochura
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Um Menino, um dos muitos protetores das ruas que tenta sobreviver no meio daquela desconstrução, tem de encontrar o seu melhor amigo que se encontra perdido na floresta de árvores sem raízes que brota no âmago da cidade abandonada. Vê no Homem de Negócios a última esperança para encontrar o que procura, para a assim não desaparecer, só, como um rosto estranho no meio de faces sem feições que vagueiam dentro da multidão de uma cidade despovoada. 
A partir desta forçosa junção entre os opostos sociais, o Homem de Negócios, guiado pelo Menino de rua, é convidado a atravessar a cidade desprezada e a colocar-se na perspectiva de estranhas personagens humanizadas que fazem com que ele resgate os medos e as crenças outrora perdidos, provocando com que o Homem de Negócios perceba que os protetores humanizados eram na realidade as sementes que sustentavam as raízes do seu imaginário cultural; que foram obrigados a adaptarem-se àquela nova situação para não padecerem dentro da desconstrução de uma cidade culturalmente abandonada. O Homem de Negócios compreende que também ele é um fruto da sua própria imaginação e alicerçado sobre a metalinguagem do seu Eu interior; toma consciência das suas origens, reconstrói a cidade do seu mundo imaginário e reconhece a si próprio no reflexo das suas referências culturais.

  • ISBN: 978-85-8430-041-9
  • Páginas: 64
  • Idioma: Português
  • Edição: 1
  • Ano de edição: 2018
  • Altura: 23,5 cm
  • Largura: 16,6 cm
  • Acabamento: Lombada/Brochura