AS ENTREGAS DESTE TÍTULO SERÃO FEITAS A PARTIR DO DIA 29 DE ABRIL!

Com o hábito da leitura que adquiri desde a infância e o convívio com pessoas extraordinárias, encontrei um terreno fértil para escrever crônicas relatando biografias e ambientes, em especial da minha terra natal, Monteiro Lobato, que se chamava Villa do Buquira.

Após ter contato com os jornais e saber para que serviam, inspirei-me a escrever, e passei a guardar meus rabiscos num barril de milho na garagem do porão de casa, mantendo em mente a ideia de me tornar um contador de histórias da minha gente. A maioria dos citados nas minhas crônicas são pessoas simples, muitas delas iletradas, mas que de alguma forma deixaram um lugar de destaque na minha memória nesses meus quase 94 anos de vida e na história de Buquira.

Muitos deles possuem descendentes que construíram famílias que até hoje vivem na região e têm se emocionado com os detalhes que descrevo numa página do Facebook ou no Jornal Serra da Mantiqueira.

A minha geração certamente foi a que enfrentou a maior velocidade de mudanças na forma de viver. Luz de lampião, missas em latim, casamentos arranjados - nos quais o noivo via a noiva pela primeira vez no altar - e correspondências que demoravam vários dias para chegar e só chegavam graças ao fruto do trabalho árduo do estafeta que cavalgava o dia todo para levar cartas, encomendas e jornais, que deram lugar às notícias que já chegam velhas por causa da velocidade das redes sociais e de outros recursos da internet.

Trazer essas experiências de um passado não tão distante de Monteiro Lobato e também de seus antigos moradores aos contemporâneos, foi a minha intenção neste livro.

 

Villa do Buquira, Hoje Monteiro Lobato
R$57,50
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AS ENTREGAS DESTE TÍTULO SERÃO FEITAS A PARTIR DO DIA 29 DE ABRIL!

Com o hábito da leitura que adquiri desde a infância e o convívio com pessoas extraordinárias, encontrei um terreno fértil para escrever crônicas relatando biografias e ambientes, em especial da minha terra natal, Monteiro Lobato, que se chamava Villa do Buquira.

Após ter contato com os jornais e saber para que serviam, inspirei-me a escrever, e passei a guardar meus rabiscos num barril de milho na garagem do porão de casa, mantendo em mente a ideia de me tornar um contador de histórias da minha gente. A maioria dos citados nas minhas crônicas são pessoas simples, muitas delas iletradas, mas que de alguma forma deixaram um lugar de destaque na minha memória nesses meus quase 94 anos de vida e na história de Buquira.

Muitos deles possuem descendentes que construíram famílias que até hoje vivem na região e têm se emocionado com os detalhes que descrevo numa página do Facebook ou no Jornal Serra da Mantiqueira.

A minha geração certamente foi a que enfrentou a maior velocidade de mudanças na forma de viver. Luz de lampião, missas em latim, casamentos arranjados - nos quais o noivo via a noiva pela primeira vez no altar - e correspondências que demoravam vários dias para chegar e só chegavam graças ao fruto do trabalho árduo do estafeta que cavalgava o dia todo para levar cartas, encomendas e jornais, que deram lugar às notícias que já chegam velhas por causa da velocidade das redes sociais e de outros recursos da internet.

Trazer essas experiências de um passado não tão distante de Monteiro Lobato e também de seus antigos moradores aos contemporâneos, foi a minha intenção neste livro.